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13 de out. de 2011

Never say Never.

Ontem, dia das crianças, estava na casa do meu irmão. Por um acaso, passando pelos canais da tv, parei na globo com o anúncio do Emílio Surita sobre o "Festival Z, com Justin Bieber". Pra quem estava assistindo Turma da Mônica a alguns minutos, aquilo parecia bem melhor. E que bom que pensei assim, pois foi maravilhoso assistir.

Quem hoje em dia não sabe quem é Justin Bieber? Fenômeno teen que bombou com todo o gás. Um garotinho magrinho, loiro do cabelo bom e que tinha uma voz simplesmente incrível. Ganhou milhares de fãs em pouco tempo. Confesso que a primeira música que ouvi dele, não me agradou muito. Achei o "BABY BABY OOOOOH!" muito comercial. Aquelas musiquinhas chicletes, que grudam na cabeça e você não consegue parar de cantar por um dia inteirinho. Tempos depois, por um acaso, passei uma pasta de um pen drive de uma amiga com um álbum dele. E um dia resolvi ouvir. Foi paixonite a primeira vista. Não era apenas um menininho-loiro-magrinho-e-afinado. As músicas do menino tinham conteúdo, e dos bons. Encantei-me mais ainda quando descobri que ele mesmo que fazia as músicas. Procurei na internet um pouco mais sobre a vida do Justin, e a partir daí passei a respeita-lo.

Justin foi fruto de um amor adolescente. E após de 10 meses de vida, seus pais se separaram, por conseguinte, foi criado somente pela mãe. Porém, seu pai nunca deixou de estar presente em sua vida. Pettie (mãe de Justin) começou a perceber que o filho, com apenas dois anos, já gostava de bater em potes, panelas, mesas, cadeiras e até no sofá da sala. Justin começou a ter contato muito cedo com instrumentos musicais, com menos de 4 anos, o menino magrinho e do cabelo bom, já tocava bateria numa forma muito perfeita para sua idade. Mas como nem tudo é perfeito, existia uma pequena barreia para Justin. Por seus valores religiosos sua mãe tinha medo do futuro incerto do filho, caso escolhesse seguir a carreira artística, por conta de muitos falarem dos vícios que costumam surgir nesse meio.

Em 2006, Justin completou doze anos e decidiu entrar no concurso de talentos locais de Stratford, o Stratford Idol, uma versão canadense do American Idol. No dia do concurso, ele descobriu que todos os outros concorrentes estavam preparados e tinham professores de canto, diferente de Justin que costumava cantar só em casa. E mais uma vez ele não deixou seus sonhos de lado, e conseguiu alcançar o segundo lugar do concurso, apesar das desvantagens que tinha. No final de 2007 Justin e sua mãe decidiram postar os vídeos no Youtube, para alguns familiares que moravam longe poderem prestigiar o talento dele. Mas as visitas começaram a aumentar, e sua mãe ficou preocupada por estranhos estarem "vendo seu filho". Mas ele conseguiu convencê-la que o site era inofensivo e decidiram postar mais vídeos caseiros. O que bombou na internet, com vários e vários acessos diários.
Scooter Braun, ex-executivo de marketing da So So Def Recordings, acidentalmente assistiu a um dos vídeos de Justin em 2007. E decidiu achar a qualquer custo o tal menino do vídeo. Após uma longa conversa, Pattie e Justin embarcaram em um avião com destino a Atlanta. Bieber então assinou um contrato com Braun e voltou para Stratford para arrumar as malas e se mudar temporariamente para Atlanta.Uma semana depois, Scooter conversou com o cantor de R&B Usher, que aceitou que Bieber cantasse para ele. Bieber logo assinou com a RBMG.
" Desde o momento em que conheci Justin Bieber, percebi que ele estava prestes a ser bem-sucedido. Ele tinha uma essência de estrela que só se conhece uma vez na vida. O que vocês estão vendo agora é o começo de um grande futuro."  USHER, para a mídia.



Daí eu pergunto: É OU NÃO É UMA BELA HISTÓRIA? 


Acho que antes de abrir a boca para profanar a ideia que for, a gente tem que antes ter pelo menos um pouco de conhecimento daquilo que estamos tendo como alvo. Não consigo entender o por quê do Justin ser alvo de tantas críticas. Sabe aquelas piadinhas:"justin biba"? Gente, acho a coisa mais sem noção do mundo todo. Lê pelo menos um resumo da vida dele, poxa, pra poder abrir essa tua boquinha que só sai porcaria. Ele batalhou muito pra chegar até onde chegou, foi muitas vezes desacreditado, mas nunca desistiu de seus objetivos. E mesmo que ele fosse homossexual: O que teria demais nisso? Cada um sabe de sua vida, só você mesmo sabe o que se passa em seu coração. E, aliás, já viram o quão linda é a namorada dele? Pois é.

Acho que tudo isso é um amontoado de pessoas invejosas, que tem uma vida muito moscada. E pra encher tais lacunas, tiram o dia pra criticar, zombar e profanar falsos ventos à pessoas que construíram uma carreia linda. E o melhor: que tem tudo pra dar certo por bastante tempo.

Pode até estar parecendo que eu sou uma das "I ♥ BIEBER". Mas deixo bem claro que não. Só tenho um pouco de bom senso. Sei criticar sim, quando a coisa realmente não presta ao MEU ver. Mas também sei admitir quando realmente as pessoas tem talento.

Minhas partes preferidas do show, foram as que Bieber tocou músicas lentas. Eu, que não sou uma fã louca, me arrepiei toda e meus olhos encheram de lágrimas (pra ser bem sincera). Fico imaginando para as meninas que estavam lá, coladas na grade. Se bem que os vários rostinhos banhados de lágrimas me responderam muita coisa.

Enfim, toda essa história do Justin, pode ser levado pra o nosso dia a dia. Por que julgar aquela menina que mal conhecemos só por conta da "capa" dela? Ou pior ainda, pelo o que os outros falam dela. A gente só vê as ações, mas os motivos estão escondidos: no coração das pessoas. Ninguém é Deus pra julgar ninguém, e até Ele que tem esse poder, julga com fé e amor para seus filhos... sempre disposto à perdoar. E porque nós, simples pecadores, faríamos ao contrário? Justin me mostrou que nunca devemos desistir dos nossos sonhos, por mais que existam barreiras, por mais que o mundo te jogue o 'não' na cara todos os dias. Sua FÉ é maior que tudo.


NEVER SAY NEVER. 



Um beijo, Gabriela Araújo.

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